Fonte: Folha de São Paulo
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Teste rápido detecta infecção por hanseníase
Fonte: Folha de São Paulo
Um teste simples e barato para detectar a infecção pela bactéria causadora da hanseníase foi desenvolvido por pesquisadores americanos e será fabricado por uma empresa brasileira, a OrangeLife. O preço máximo, segundo um acordo firmado com a empresa, será de US$ 1.
Muitos consideram a hanseníase uma relíquia do passado, mas, a cada ano, 200 mil pessoas são infectadas, segundo a Organização Mundial da Saúde.
O Brasil é um dos países mais afetados. Em 2010, foram detectados 34,9 mil novos casos da doença. Índia, Filipinas, Indonésia e República Democrática do Congo também entram no rol dos países com maior presença da infecção.
A doença tem cura, então uma melhora do diagnóstico precoce pode significar que, um dia, a hanseníase possa se juntar a outros males, como a poliomielite, que estão próximos da erradicação.
Os responsáveis pelo novo teste afirmam que o resultado sai em menos de dez minutos. O método é muito mais simples do que o atual, que requer uma incisão na pele e a análise da bactéria ao microscópio. Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde que tem o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.
A vacinação é a maneira mais eficaz de evitar diversas doenças imunopreveniveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, entre outras.
A vacinação é a maneira mais eficaz de evitar diversas doenças imunopreveniveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, entre outras.
Para orientar a população sobre a imunização foi realizado no CMS Floripes palestra de orientação sobre a importância de estar em dia com a caderneta de vacinação.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Campanha de vacinação contra gripe terá novidades este ano
A campanha nacional de imunização contra gripe será realizada de 15 a 26 de abril e traz neste ano como novidade a inclusão de dois novos grupos contemplados com a vacina: pacientes com doenças crônicas não transmissíveis e mães até quatro semanas após o parto. O "Dia D", escolhido para maior mobilização da população, está marcado para o dia 20 de abril.
Além desses dois novos públicos, a campanha também abrangerá, como de costume, idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de dois anos de idade; grávidas em qualquer fase gestacional; profissionais de saúde que lidam diretamente com atendimento à Influenza e população indígena.
No ano passado, mais de 460 mil pessoas foram vacinadas no Estado. A cobertura vacinal foi de 87,40%, superando a meta do Ministério da Saúde (MS), que era atingir 80% do público-alvo.
Segundo a coordenadora Estadual da Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a infectologista Martina Zanotti, o número deve aumentar neste ano, em função dos novos grupos, mas o MS ainda não informou o novo cálculo de cobertura vacinal para o Estado.
"Além das mães com até quatro semanas após o parto, também serão beneficiados pacientes que sofrem de obesidade, diabetes, doença respiratória crônica, imunodeprimidos ou doença cardíaca. Essas pessoas vão poder agora tomar a vacina em qualquer posto de saúde municipal, bastando apresentar um atestado médico", frisou.
A infectologista destaca que o objetivo da campanha é proteger os grupos mais vulneráveis, reduzindo os casos graves e óbitos.
"Essas pessoas são mais suscetíveis ao vírus da gripe e podem desenvolver formas mais graves, levando à morte. É importante que as pessoas compareçam aos postos de vacinação em seus municípios. A vacina é segura e tem uma eficiência de mais de 90%", ressalta Martina Zanotti. A dose é trivalente - protege contra três tipos de vírus.
Fonte: Sim Noticias
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O conteúdo da geladeira de uma pessoa pode dizer muito sobre ela e, principalmente, pode explicar o motivo pelo qual uma dieta não dá certo ou por que sua saúde está comprometida. Acontece que, por mais que se busque uma boa alimentação, é difícil controlar os impulsos se as tentações estiverem disponíveis na sua cozinha. "Devemos evitar comer alimentos calóricos, ricos e gordura e com muito conservante. E, para que isso aconteça, o ideal é que tiremos esses ingredientes da nossa geladeira. Logicamente, quando temos um alimento em vista, a tendência é consumi-lo", diz Claudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês.
Desfazer-se de todos os alimentos não saudáveis que estão na sua geladeira não é uma tarefa fácil, mas uma solução é arranjar opções saudáveis para substituí-los. "O grande problema de quem segue uma dieta é que a pessoa não quer fugir muito dos seus hábitos. Então, é preciso que esse indivíduo tenha opções para trocar esses alimentos que sejam, ao mesmo tempo, parecidas com os ingredientes, mas muito mais saudáveis", afirma Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e do Hospital das Clínicas.
Fonte: Revista Veja
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O consumo do medicamento para tratamento de hiperatividade, o metilfenidato, entre crianças de 6 a 16 anos aumentou em 75% no país, de 2009 a 2011, revela pesquisa inédita da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O levantamento, feito com base na análise dos dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), mostra ainda que, entre a população de 16 a 59 anos, o crescimento do consumo do remédio foi menor, mas também expressivo: 27,4%.
O estudo indica haver uma estreita relação entre o padrão de uso do metilfenidato e as atividades escolares. A prescrição cai durante as férias e é significativamente maior no segundo semestre. Em 2011, por exemplo, o consumo médio brasileiro no primeiro semestre foi de 19,7 caixas para cada 1.000 crianças. Entre agosto e dezembro, a média subiu para 26,6 caixas por 1.000. "Os resultados do levantamento trazem uma série de perguntas: profissionais estão prescrevendo o remédio de forma adequada? O aumento do consumo da droga nesses níveis já era esperado?", avalia o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
Fonte: Revista Veja
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
A troca da gordura saturada de origem animal pelos óleos vegetais começou a ser recomendada pelos médicos para melhorar a dieta e proteger o coração desde a década de 1960. A banha de porco usada na cozinha saiu de cena e entraram os óleos de milho e girassol, entre outros.
Mas um novo estudo, que recuperou dados de um trabalho realizado entre 1966 e 1973 na Austrália, questiona essa recomendação e mostra que há muito mais no meio do caminho entre a gordura saturada animal "má" e a gordura vegetal "boa".
Os dados recuperados pertencem a uma pesquisa que avaliou mudanças na dieta em quase 458 homens de 30 a 59 anos que havia sofrido problemas cardíacos.
Eles foram divididos em dois grupos: um deles foi instruído a reduzir o consumo de gordura saturada para menos de 10% das calorias ingeridas por dia e aumentar o de poli-insaturada, usando óleo vegetal e margarina, de 6% para 15% das calorias diárias; o outro não recebeu orientações sobre dieta.
Os resultados revistos agora e publicados no "British Medical Journal" demonstram que os homens que aderiram ao óleo vegetal tiveram uma mortalidade mais alta do que os demais, o que contraria a expectativa inicial.
Segundo os autores, liderados por Christopher Ramsen, dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, o achado pede uma revisão de recomendações de dieta.
A Associação Americana do Coração, em suas diretrizes sobre consumo de gordura, recomendam o uso dos óleos vegetais com ômega 6 para reduzir o uso de gordura saturada animal.
No Brasil, as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia também incluem a recomendação da troca da gordura saturada pelo ômega 6 para reduzir o colesterol, apesar de fazerem ressalvas quanto à proporção ideal entre esse tipo de gordura e as demais, principalmente o ômega 3, encontrado em peixes e que já tem bem estabelecida sua ação protetora.
"Só somos vivos porque comemos tudo em equilíbrio. Não adianta comer só proteína nem só ômega 3", afirma o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, um dos autores da diretriz brasileira, publicada neste mês.
Segundo o nutrólogo Celso Cukier faltam mais estudos que esclareçam qual é o equilíbrio ideal para obter uma dieta mais protetora.
A quantidade de gordura saturada precisa ser limitada porque, além de trazer energia para o corpo, aumenta o colesterol. A troca pelo óleo vegetal tinha como objetivo reduzir o colesterol e evitar os infartos e derrames.
Segundo os autores da nova pesquisa, a maior tendência do ômega 6 à oxidação e sua possível ação inflamatória podem ter contribuído para o mau resultado da dieta.
Cukier chama a atenção para a redução do colesterol mas não da mortalidade.
Cukier chama a atenção para a redução do colesterol mas não da mortalidade.
"Esse estudo mostra que não basta substituir a gordura saturada, ela não é a única vilã. É preciso saber pelo que estamos trocando."
Fonte: Folha de São Paulo






